O ano de 2025 em paródia musical
Dois mil e vinte e cinco terminou como começou: em velocidade máxima. Política virou meme, meme virou política e o Brasil passou o ano inteiro vivendo em modo feed infinito. Prisão, veto, CPI, agro reclamando, gás subindo no Zap e dancinha no meio da sessão da Câmara — tudo acontecendo ao mesmo tempo. A música faz um resumo caótico do ano em ritmo de funk. Bolsonaro preso, Lula vetando, Neymar negociando a Seleção, Ancelotti virando personagem recorrente, celebridades, trending topics improváveis e o país comentando tudo em tempo real. No X, no Reels, no grupo da família e no paredão da internet. Entre COP em Belém mal explicada, árvore cortada pra montar estande gringo, tretas na TV, cultura pop misturada com crise climática e política institucional virando entretenimento, “2025. Brasil é um Clipe” transforma o ano inteiro em refrão. Não é retrospectiva oficial. É montagem acelerada. Um clipe nacional onde tudo vira conteúdo, nada para quieto e, se for pra cair de novo, o Brasil cai dançando.